No pequeno corpo do Francisco cabem os maiores sonhos – como o de um dia chegar ao WCT. É para isso que treina quatro vezes por semana, “logo que a escola acaba até ficar de noite”. Mas Francisco é também um rapaz de desejos simples: se pudesse fazer uma matinal sem mais ninguém na água e surfar o resto do dia com os amigos, todos os dias seriam perfeitos. Começou a surfar no verão de 2010 quando, com apenas 5 anos, se pôs em cima da prancha do pai pela primeira vez. Os estágios da APS, academia que integra desde 2014, levaram-no às Maldivas, Marrocos e Galiza, mas é até à Austrália que vai quando viaja dentro da sua cabeça. Em 2017 alcançou o melhor resultado da sua (ainda) curta carreira, ao sagrar-se campeão nacional sub-12. Consequência natural para quem não desperdiça uma oportunidade que seja para evoluir – quando não está a surfar, Francisco está a andar de skate ou a assistir a campeonatos de surf. JJF, J. Wilson e Nic von Rupp são as suas maiores referências.