Eduardo tinha 7 anos quando participou num campeonato de surf pela primeira vez. Perdeu de primeira, mas é com um sorriso que o recorda, pois não precisou de vencer para perceber que era aquilo que queria fazer o resto da sua vida. Cinco anos depois, são precisos mais do que todos os dedos de uma mão para contar o número de vezes que subiu ao pódio em provas de âmbito regional e nacional. Ao pai, um aficionado do windsurf, kitesurf e SUP, deve não só a ascendência espanhola mas o contacto precoce e íntimo com o mar, que o contagiou irreversivelmente. Como a maioria dos surfistas da sua idade, Eduardo tem um herói – Kelly Slater – e um sonho – qualificar-se para o World Tour da WSL.